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| WALTER SALES |
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Walter
Moreira Salles Jr nasceu no Rio de Janeiro, em 12 de Abril de 1956. As
artes sempre falaram mais alto em sua família. Waltinho é
filho do falecido embaixador e banqueiro Moreira Salles. Para quem não
sabe, seu pai foi o criador do Instituto Moreira Salles, o qual incentiva
até hoje projetos de literatura e que viabiliza os Espaços
Unibanco de Cinema.
Seu contato com a sétima arte começou na França,
onde morou por boa parte de sua vida. Walter freqüentava um cinema
próximo de seu apartamento. O local só oferecia sessões
duplas e lá ele conheceu os gênios do cinema.
Seu primeiro filme foi o documentário A Grande Arte, baseado na venda de droga que acontecia nas ruas do Rio de Janeiro. As influências para começar a filmar vieram da Nouvelle Vague francesa e do Cinema Novo brasileiro, além do cinema independente norte-americano. Waltinho começou a filmar em um momento que não existiam incentivos no Brasil, como a atual lei do audiovisual. O então presidente, Fernando Collor, não sabia muito bem o que fazer com a economia do País. Por isso, o diretor desistiu temporariamente do Brasil e partiu para terras estrangeiras, onde filmou diversas produções documentais para a televisão. Ele voltaria tempo depois para contar a história de um brasileiro distante de sua pátria, junto com Daniela Thomas: Terra Estrangeira. Em 1998, eis que chega a vez de Central do Brasil. Waltinho ganhou vários prêmios ao redor do mundo, entre eles o Urso de Prata, do Festival de Berlim, e o Bafta, considerado o Oscar inglês. E ele não ficou fora da festa oficial do cinema norte-americano. Central do Brasil recebeu duas indicações: Melhor Atriz, para Fernanda Montenegro, e Melhor Filme Estrangeiro. Reza a lenda que Água Negra só foi dirigida por Walter Salles porque o diretor tinha uma dívida com o estúdio, por causa de Diários. Água Negra não emplacou muito bem, mesmo com o elenco comandado pela talentosa Jennifer Connelly. Entretanto, o processo não abalou o diretor, que diversas vezes se mostrou pouco interessado em participar das apresentações do longa. O mais impressionante foi que Waltinho revelou que não teve o corte final (poder de decisão sobre o filme), algo que pode ter abalado o trabalho. Walter
Salles é um diretor que gosta de ter controle sobre suas obras.
É um cineasta que cresceu junto com o cinema nacional. Na incerteza,
buscou novas possibilidades e foi um dos responsáveis para que
o cinema brasileiro ganhasse uma identidade e conquistasse mais espaço
em terras além mar. Prêmios - Ganhou o Urso de Ouro, no Festival de Berlim, por "Central do Brasil" (1998). - Ganhou o Prêmio do Júri Ecumênico, no Festival de Berlim, por "Central do Brasil" (1998). - Ganhou o BAFTA de Melhor Filme Estrangeiro, por "Central do Brasil" (1998). - Ganhou o Grande Prêmio Cinema Brasil de Melhor Direção, por "O Primeiro Dia" (1998). - Ganhou o Grande Prêmio Cinema Brasil de Melhor Roteiro, por "O Primeiro Dia" (1998). - Recebeu indicação ao Grande Prêmio Cinema Brasil de Melhor Lançamento de Cinema, por "O Primeiro Dia" (1998). - Recebeu uma indicação ao Independent Spirit Awards de Melhor Diretor, por "Diários de Motocicleta" (2004). - Recebeu uma indicação ao Independent Spirit Awards de Melhor Filme Estrangeiro, por "Central do Brasil" (1998). -
Recebeu indicação ao César de Melhor Filme Estrangeiro,
por "Central do Brasil" (1998). - Ganhou em 1998, no Festival de Havana, o Prêmio da Universidade de Havana, o Prêmio Especial do Júri e o Prêmio Gláuber Rocha de Menção Especial, por "Central do Brasil" (1998). - Ganhou em 1998, no Festival de San Sebastián, o Prêmio do Público e o Prêmio do Júri Jovem por "Central do Brasil" (1998). - Ganhou o Prêmio Ariel de Prata de Melhor Filme Latino-Americano, no México Academy Awards, por "O Primeiro Dia" (1998). - Ganhou o Prêmio Rosa Camuna de Ouro, no Encontro de Filmes de Bergamo, por "Terra Estrangeira" (1995). Fonte: Wikipédia |
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FILMOGRAFIA 2007:
On the Road (pré-produção) |
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©
2002 NostalgiaBR - Geraldo de Azevedo |