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BILLY WILDER
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O austríaco Billy Wilder -cujo nome de nascimento é Samuel Wilder - tem o indiscutível mérito de extrair o melhor dos atores. Despertou o talento para a comédia em Marilyn Monroe - com os clássicos "O Pecado Mora ao Lado" e "Quanto mais Quente Melhor" - e dirigiu o até então subestimado William Holden em "Inferno n.º 17", levando-o a ganhar o Oscar de Melhor Ator. Ray Milland, que só era conhecido por papéis leves e pouco marcantes, também recebeu o prêmio após trabalhar sob suas ordens em "Farrapo Humano". Depois de sair da faculdade, em Viena, Wilder foi jornalista e escreveu roteiros. De 1929 a 1933 ele roteirizou 11 filmes rodados na Alemanha, adquirindo o estilo que o marcou nas produções americanas: narrativas intrincadas, diálogos sarcásticos e muito cinismo. Foragido do regime nazista, ele se refugiou no México em 1933 e chegou a Hollywood logo em seguida. Conquistou desde então sete Oscars, tanto de roteiros quanto de direção e produção. Escreveu histórias que se tornaram clássicas, como "Ninotchka" e "A Oitava Esposa do Barba Azul", ambos de Ernst Lubitsch, e "Bola de Fogo", de Howard Hawks. "O Crepúsculo dos Deuses", de 1950, é considerado pelos críticos o filme que marca o apogeu da carreira do cineasta
FILMOGRAFIA:
© 2002 NostalgiaBR - Geraldo de Azevedo |